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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Tá errado! Tá errado, aí oh!

Bem amigos, saudações rubro anis.
Em meu primeiro texto como colunista deste blog, quero falar sobre o grito que ecoa no campo do aliança em todo jogo do íbis: "Tá errado".
Eu fico a me perguntar, o que está errado? Oh, meu Deus, o que está errado?
Nenhum jogador do Íbis consegue esclarecer o que está errado, mas que existe algo errado, existe! 7x2 para o adversário tem que ter algo errado.
Fico me perguntando se o erro não estaria lá no princípio, quando decidimos voltar com o Íbis e compramos um jogo de camisa. Mas logo me vem a reposta: Não! Pois  já passamos tantos momentos bacanas juntos que a volta do Íbis foi um acerto e não um erro.
Mas o questionamento persiste: O que está errado? Estaria o goleiro errado? Visto que todos os goleiros que defenderam e defendem  a meta do Íbis, mantiveram viva a velha máxima que diz que o jogo já começa 1x0 para o adversário, pois em algum momento acontecerá um frango.
Tá errado! Tá errado: Os gritos continuam a ecoar. Estaria o erro na defesa, pois nosso lateral direito vitalício joga mais enfaixado que uma múmia e nesses quase 20 anos ainda não conseguimos um lateral esquerdo.
Tá errado! Tá errado: Estaria o erro no meio campo que não apóia e nem marca. Ou estaria no ataque, que está mais pra ataque cardíaco. Que o diga nosso diretor de material esportivo Kakai, que teve um por conta desse ataque.
Bem, a pergunta não quer calar. Espero que no próximo jogo quando ecoarem os gritos de “Tá errado, tá errado, aí oh!” ecoem também os gritos demonstrando onde está o erro, quem está errando e como corrigi-los, para que possamos ouvir gritos de “Tá certo! Tá certo”

terça-feira, 8 de novembro de 2011

DDD - Desfalques, Destaques e Dependências

Em primeiro lugar agradeço ao DCE (departamento de criações estratégicas) pelas inúmeras tentativas de contato com meus assessores para fazer parte do seleto grupo de colunistas do prestigiado blog: Íbis Futebol Família. Mesmo com a agenda apertada me senti na obrigação de aceitar o convite. Sendo assim espero corresponder as expectativas; não só dos jogadores e comissão técnica, como dos nossos diversos leitores.

Dito isto, digo que ao ver os melhores momentos com mais calma ontem no SPORTTV, percebi que o time tem muito com o que se preocupar. Não digo pelos jogadores, já que não tem muito o que esperar, mas sim pela falta de confiança. Sim, a confiança. Quando mais se espera apoio e incentivo da comissão técnica (ex: Isso aí time! Vamos ter garra! A marcação não está errada, mas podemos melhorar..e assim por diante), o time ganha um banho de verdade: Pô, Júnior! Tá morto com farofa, hein! O Gal! O Gal! Tá fazendo Merd*#$ de novo! Volta, Volta pra zaga! Domina essa bola, Clayton! Corre, corre! Assim não dá time!...entre outras leituras labiais que serão acrescentadas assim que a redação finalizar a matéria. E há rumores que houve desentendimento entre jogadores e comissão técnica no vestiário. Se é verdade ou não, não sabemos, mas o time entrou com mais garra na segunda metade dos 90 minutos.

E esta confiança não parte somente da comissão técnica, mas sim de amuletos. Sim! Os antigos de casa têm uma excelente recordação do jogador de base, Gabriel, com sua famosa chave na chuteira. Graças a ele, o mesmo fez um gol. A falta do roupeiro, CACAI (que diga-se de passagem, está suspenso pelo relator da comissão de ética, Zé Maria, mas já foi absolvido e, em breve estará de volta) faz com que o técnico-jogador ou jogador-técnico, não se sabe ainda, Clodoaldo (segundo novela fina estampa, CRÔ), fique com muitas atribuições e não tenha um foco para o time. Com esses dois desfalques e com surgimento relâmpago de alguns do contratados, que não aparecem mais no CT, o time fica na dependência e, aparentemente não encontra motivação para alcançar a vitória.

Para finalizar, gostaria de agradecer o curto espaço aberto ontem no BEM AMIGOS para discutir a respeito do Íbis. No programa comentei sobre o destaque da rodada de domingo: Rafael e sua chuteira verde fluorescente. Se não fosse por ele, digo...por ela, a chuteira..o time não teria brilho, não teria novidade.
Momentos antes de iniciar este texto, um leitor informou pelo twitter que a aquisição da chuteira foi feita na quadra B, bloco 3, barraca do Tião, situado no mercado popular da rua Uruguaiana. E segundo este leitor, a chuteira foi feita sob medida e o atleta Rafael, pediu personalização. Solicitou para que fosse acrescentado detalhes em vermelho e o cadarço em azul para fazer alusão ao seu time do peito: Íbis Futebol Família. Isso é uma prova que os jogadores estão com o salário em dia. Parabéns a diretoria.

Despeço-me mais uma vez agradecendo o convite para fazer parte deste importante veículo de comunicação. Em breve estaremos traduzindo para diversas línguas, para que nossos queridos leitores do Brasil a fora possam nos acompanhar. Saudações Rubro Anis !

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Atuações - Íbis 2 x 7 Time do juiz

Goleiro - Não se sabe o nome e nem se é goleiro. Nota 1.
Jamir - Ganhou todas. Todas as discussões que teve no intervalo com o Clodoaldo. Nota 1.
Paulo - Bateu até no pescoço. Nota 1.
Gal - Passou todo o primeiro tempo gritando: "Tá errado, tá errado! Aí, aí!". Estava certo: 7 x 2 para o adversário tinha que ter alguma coisa errada. Nota 10.
Duardo - Sacrificado, jogou fora de posição. Melhorou quando mudou de posição: fora do campo. Nota 1.
Geraldo - Jogou? Nota 1.
Rodrigo - A única coisa boa que fez foi sair e emprestar a chuteira para o Márcio. Nota 1.
Clayton  - Sem gols, sem boas jogadas, sem inspiração, sem disposição. Sem nota.
Raphael - A qualidade do seu futebol foi inversamente proporcional ao brilho de sua chuteira. Nota 1.
Célio - Pela confiança demonstrada na entrevista Nota 10.
Allain - Fez um gol de calcanhar que lembrou o Sócrates, mas o futebol apresentado, o fígado dele: ruim. Nota 1.
Madson - O futebol apresentado esteve à altura de sua  estatura. Nota 1.
Márcio - Passou mal, tanto a bola quanto ele. Nota 1.
Eric Flores - Só fez beber água. Nota 1.
Bruno - Nada fez. Nota 1.
Denilson - Marcou um belo gol - Nota 2.
Clodoaldo - Não soube armar o time. Foi chamado de burro pela torcida. Nota 1.

domingo, 6 de novembro de 2011

O quê dizer de um 7 a 2?

Saudações rubro-anis!!

Depois de dois meses de "recesso", em que os jogadores aproveitaram para recuperar aqueles quilinhos "amigos", companheiros de velha data, que deram uma sumida por conta da pesada carga de jogos, imposta por um calendário absurdo feito pela FIFP, "Federation Internationale de Football de Peladetion" (irmã da FIFA), voltamos aos campos, para tentar deixar a gordura apenas na picanha da churrasqueira. Para já entrar no clima da temporada de verão, maçarico ligado e jogo as 11 horas, no Gigante do Quitungo, também conhecido como campo do Aliança. O adversário era um famoso "cata-cata", ou time do juiz (literalmente). Um bom time, que logo nos fez sentir saudades do Mandela...

O Íbis tinha desfalques importantes, com destaque para o zagueiro-zagueiro Niel, que teve que bater ponto no bico que ele faz lá em Belford Roxo, frequentemente, há uns 20 anos. Também faltou a contratação do ano, Júlio, e ninguém sabe o porquê. Mas, rola um boato de que ele foi visto ensaiando passinhos de dança com o Fred, do Fluminense, e está cotado para fazer parte do novo grupo de pagode da praça, o "Só no chinelinho".

Assim, o jogo começou com algumas novidades. Um novo goleiro (que com sempre eu esqueci de perguntar o nome); as novas chuteiras do Raphael, que ele adquiriu com a intenção de cegar os adversários quando eles estivessem atacando, esquecendo do pequeno detalhe que elas cegam os jogadores do Íbis também; e o fato de haver 12 em campo e o técnico Clodoaldo mandar o jogadores resolverem entre si quem saíria. Bom, poderíamos tirar uma adedanha. Mas, com 11 na adedanha, poderiamos ter que contar até mais de cem! Além de demorar muito, a chance do contador pagar um mico seria enorme... fomos para o mais simples, mandando o Mádson pro banco, afinal, ele é o mais novo, o mais baixo, e foi o último a chegar. Assim, com as posições e funções tradicionalmente indefinidas, fomos para o jogo mais ou menos assim:

Goleiro; Jamir, Paulo, Gal e Duardo; Rodrigo, Gê, Raphael e Clayton; Célio e Alain

A partir daqui, o meu relato fica dificil. O que dizer de um 7 a 2? Eu poderia resumir dizendo que um time jogou durante todo o jogo, e outro por apenas uns poucos minutos, sendo o resultado, naturalmente,  um montinho a um montão. Simples assim. Mas, a crônica é necessária, e a crítica também. O ruim é que o jogo não proporcionou nem algumas risadas. Aliás, a verdade é que o jogo foi ruim. O time do juiz logo impôs seu ritmo, tocando a bola com facilidade, enquanto o Íbis apenas olhava. E, sem grande esforço, foram enfileirando os gols, chegando a 4 no primeiro tempo, fácil, sendo que um deles, para desespero do zagueiro Paulo, que estava no lance, foi fruto de uma rebatida da nossa zaga que, sem querer, estourou no atacante e foi parar no gol. Jogando bem e  com sorte, ficaria dificil para a gente. O Íbis fez um gol, pelo Allain, mas o juiz marcou antes uma falta do nosso ataque, que ninguém viu, mas que nem vale a pena discutir aqui, afinal, o adversário era o "time do juiz". Também teve uma bola de cabeça, dividida, que acabou beliscando o travessão, mas foi só.

Fomos para o segundo tempo e, como de praxe, no intervalo discutimos um monte de coisas, uns mais do que os outros (Jamir e o técnico Clodoaldo só faltaram trocar uns beijinhos), explicações plausíveis e absurdas, que no final, como se sabe, não adiantam de nada. Mas essa é a graça. Com 3 modificações importantes, a entrada de Mádson na lateral esquerda, no lugar de Duardo, Denilson no lugar do Célio e Bruno no lugar do Raphael, o time começou logo marcando um gol, com Allain, de calcanhar, após jogada de muita raça do Bruno. Seria uma reação? Poucos minutos depois, veio a confirmação. Após jogada pela direita da grande área, a bola sobrou no alto para Denilson, que pegou num sem pulo e marcou o segundo, um belo gol. Não havia mais dúvidas: era uma reação. A galera que estava sentada no trailer, e que antes assistia a um jogo insosso, se perguntando se não haveria no mundo algo mais interessante para se ver, logo  levantou-se das cadeiras recém pintadas (que deram um enorme preju à diretoria do Íbis, por conta das "freadas" nos shorts) e se empolgaram, achando que estavam prestes a assistir a um milagre.

O técnico Clodoaldo, já imaginando seu nome estampado na capa do "Meia Hora" ou do "Expresso", viu que tinha ali a oportunidade de se consagrar de vez. Mexeu no time, partindo pro tudo ou nada. Colocou o Márcio, o trabalhador do Brasil, que aparecera de última hora, no meu lugar, e logo depois tirou o Allain, que apesar do gol estava meio paradão, lançando a nova promessa da "divisão sem base", o menino logo alcunhado Erick Flores (alguém lembra dele? Pois é).

Bom, em uma ou duas jogadas, logo depois, parecia que ia dar certo. Mas só pareceu mesmo. O time do juiz aproveitou duas bobeadas da nossa zaga e empatou o segundo tempo. O menino Erick Flores, após dois toques de classe, correu para a lateral, pediu água, ficou por ali, e não fez mais nada... E o Márcio, com 5 minutos em campo, passou mal, pediu para sair, e com ele também se foi a nossa reação (acho que não é a primeira vez, podem procurar aqui no blog um jogo anterior em que ele teve o mesmo problema). O time do juiz ainda fez mais um gol, a meu ver em impedimento, mas, ora bolas, olha o nome do time! Sem mais comentários. Aguardem nosso retorno de verdade.
 
Final: Íbis 2 x 7 Time do Juiz. Campo do Aliança. 06.11.2011

Célio é brasileiro


Ele não desiste nunca!

RAPHAEL - O ILUMINADO

Não por um bom futebol apresentado, mas pelo brilho da sua chuteira nova.
Vejam.

Íbis 2 x 7 Time do juiz

Em pé: Goleiro, Raphael, Duardo, Gal, Rodrigo, Clayton, Gê e Jamir.
Agachados: Madson, Paulo, Célio, Allain.